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Posts Tagged ‘Jair Messias Bolsonaro’

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Foto postada por o sentinela

Nestes últimos dias temos visto os esquerdistas brasileiros defendendo a vítima de estupro coletivo, no Rio de Janeiro, e o processo do STF ao deputado federal Jair Bolsonaro, movido pelos defensores dos Direitos Humanos, que são esquerdopatas.

Eu li este texto abaixo e resolvi trazer aos cristãos as constantes contradições do socialistas, inclusive no caso da violência contra as mulheres.

2 milhões de alemãs foram estupradas violentamente e reiteradas vezes pelos comunistas soviéticos. Leia e fique chocado, como eu fiquei. Depois, concluo meu pensamento.

Por Tony Wippich

“Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.

A revista “Spiegel” escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito negativo direto sobre a sexualidade.

A historiadora Birgit Beck-Heppner escreve que os soldados soviéticos usavam as violações para intimidar as populações alemãs, mostrando que o seu governo e exército já não lhes conseguiam garantir a segurança. Por isso, muitas destas violações eram executados em público (!).

Em 1945, os soviéticos foram os primeiros a chegar em Berlim. Mesmo após a rendição da Wermacht e dos Nacional-Socialistas, o sofrimento do povo alemão parecia não ter fim. Os soldados do Exército Vermelho invadem casas, arrancam mães e filhas de suas famílias e as estupram em praça pública, algumas foram estupradas várias vezes por grupos de até 10 soldados. Mais de 2 milhões de mulheres alemãs foram estupradas só em 1945, desde crianças de 8 anos à idosas de 80.

A “doença russa”

Gabriele Köpp lembra na conversa com o jornalista da “Spiegel” que a sua menstruação parou por completo durante os 7 anos. Naquela época era um sintoma bastante comum entre as alemãs e era chamado pelos ginecologistas de “doença russa”.

Quanto Gabriele Köpp é perguntada se conheceu o amor, se teve alguma vez as relações sexuais, ela responde: “Não, não tive nada disso. Para mim existia apenas uma coisa – a violência”.

A culpabilidade dos aliados e a tentativa de abafar o assunto

O estupro em massa das mulheres em Berlim foi negado pelos países aliados (E. U. A, Inglaterra, França, União Soviética, etc;) pois conflitavam com a imagem de “vitoriosos civilizados e libertadores da opressão” que queriam passar para a opinião pública mundial. Porém, esse tabu foi quebrado quando Austin J. App, professor de língua inglesa na Catholic Univesity abordou esse tema embaraçoso (para os aliados, é claro!) em seu livro “Ravishing the Women of Conquered Europe” publicado em Abril de 1946. Na sequencia Antony Beevor também publicou o livro “Berlim: The Downfall, 1945” (“Berlim: A queda, 1945”), abordando o mesmo tema. Alguns relatos eram tão aterradores que o autor, prudentemente publicou apenas em seu site (www.antonybeevor.com). Ingrid A. Rimland também ecoou os gritos das alemãs estupradas nesse fatídico e vergonhoso episódio da guerra chaamndo o governo dos E. U. A à responsabilidade pois muitos desses estupros foram cometidos por soldados norte-americanos.() Principalmente, pela divisão de soldados negros do exército estadunidense, em breve postaremos o artigos somente sobre o assunto – NT. Muitos historiadores creditam essa postura animalesca dos soldados aliados (notadamente dos soviéticos) ao anti-germanismo em vigor na Europa, alimentado desesperadamente e imprudentemente pela imprensa aliada. Pois a Alemanha não fora o único país a sofrer esses tipos de danos. Porém, nesse panorama vergonhoso, alguns testemunhos relatam a ainda a tentativa disciplinar de alguns poucos oficiais que tentavam manter a ordem. Dentre os testemunhos está o de um general soviético que matou um tenente, seu comando, ao flagrá-lo organizando uma fila de mais de 10 soldados para estuprar uma mulher alemã, já deitada no chão. Registros da Igreja Católica relatam que num convento da cidade de Neisse, na Silésia, 182 freiras foram estupradas, seguidas vezes, pelos soldados aliados. Numa outra cidade alemã, 66 freiras engravidaram após seguidos estupros por parte dos invasores. Até mulheres russas que estavam prisioneiras, judias e de outras etnias em campos de concentração foram estupradas impiedosamente pelos seus próprios “libertadores”. Em Berlim, desesperadas por uma situação que não parecia ter fim, muitas mulheres alemãs se jogaram dos prédios em ruínas, preferindo a morte. Outras com filhos para criar, preferiam “contar com a proteção” de algum oficial aliado de alta patente, para acabar com o ciclo de estupro em série a que eram submetidas diariamente pelos soldados. Aquelas que engravidaram e tiveram filhos, frutos dos estupros em série a que foram submetidas ainda tiveram, com certeza, que suportar o repúdio moral e social.

A Arte alemã se expressando como deveria ser

Em 23 de Outubro de 2008 foi lançado na Alemanha o filme “Anonyma – eine Frau in Berlim” (Anônima – Uma Mulher em Berlim) baseado no livro de mesmo nome, escrito por Marta Hiller, alemã que sofreu entre 20/04/45 a 22/06/45, aos 31 anos, os horrores da Segunda Guerra Mundial quando vivia em Berlim, capital da Alemanha. O livro, é um relato perturbador sobre os abusos sexuais sofridos pelas mulheres da Alemanha em 1945. Marta foi uma das centenas de milhares de mulheres berlinenses, entre adolescentes, adultas e idosas, que sofreram estupros em série quando os soldados soviéticos invadiram Berlim, a capital do III Reich. Seus relatos são corroborados pelos da jornalista russa Natalya Gesse, então correspondente de guerra em Berlim, hoje aposentada.

Quando se trata do tema, muitos pesquisadores tendem a afirmar que esse comportamento deve-se a situação de extremo estresse durante a guerra, longos períodos de abstinência sexual, agravada por pressão psicológica constante… Etc; Até então, algo conhecido e óbvio, mas duas coisas têm que ser bem esclarecidas pelos que se dizem “especialistas conceituados”: 1 – Se a estratégia de guerra aliada realmente não estivesse interessada em fazer vista grossa total sobre as ações descontroladas e indisciplinadas que ocorriam com os civis alemães, principalmente suas mulheres, tais fatos não teriam acontecido, pelo menos não em tão larga escala escancarada. 2 – Tais motivos para o comportamento do combatente estão presentes em todos as guerras, nem por isso, tais atitudes são cometidas, não sendo por um outro e potencial fator, a extrema propaganda de guerra que chegava a níveis de uma lavagem cerebral… Tal como hoje. – NT.

Mais de 240.000 mulheres morreram neste período, sendo mais de 100.000 em Berlim. Após o verão de 1945, os soldados soviéticos flagrados cometendo tal ato recebiam punições de enforcamento ou prisão. Entretanto, os estupros continuaram até 1948, quando a Alemanha finalmente recuperou sua estrutura política e os soldados da União Soviética e aliados estavam apenas em postos de guarda, separados da população civil.”

Conclusão

Maria do Rosário, a petista que defende o estuprador e assassino Champinha, foi a mesma que chamou o deputado Jair Bolsonaro de estuprador, enquanto ele era entrevistado, justamente falando sobre este caso monstruoso.

Os petistas e comunistas, que instituíram os Direitos Humanos para promover a luta de classes no mundo contemporâneo, defendem os estupradores e não as vítimas, por isto é uma contradição o caso do Rio de Janeiro.

Recentemente, num acampamento do MST, uma mulher foi estuprada por comunistas e os Direitos Humanos não fizeram a celeuma peculiar da esquerdalha nas mídias!
(Aqui )

Por que? Porque lhes interessa colocar uns contra os outros na sociedade, não combater as desigualdades ou promover a justiça! Jamais irão mostrar as suas próprias mazelas.

Assim como abafam o genocídio de Stálin e Lenin na URSS, onde 100.000.000 (cem milhões) de opositores do socialismo foram mortos, também escondem estes 2.000.000 (dois milhões) de estupros de alemãs por comunistas, mesmo após a rendição da Alemanha nazista, na Segunda Guerra Mundial!

As contradições se escondem em todos discursos esquerdistas. Dizem que houve golpe em 1964, mas não dizem no poder por eles tomado na Rússia. Aqui, os comunistas  tentaram tomar o poder, com sequestros, assassinatos, terrorismo assaltos, etc. por isto, foram abatidos alguns culpados, diferentemente do número de assassinatos de inocentes, em 1917!

E com a falsa acusação de estuprador ao Jair Bolsonaro, enquanto Maria do Rosário apoia o verdadeiro malfeitor, ocorre a mesma contradição.

Que a sociedade brasileira tenha aprendido e amadurecido após esta amarga experiência do socialismo no Brasil.

Artigo publicado no portal JusBrasil

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Imagem do blog Vindos dos Pampas

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O deputado federal Jair Messias Bolsonaro se defende publicamente, mostrando sua inocência, e ressalta a importância das redes sociais livres, que tornaram possível este amplo apoio a ele.

Diz que se dependesse das outras formas de publicação estaria condenado.

Por isto é importante que você assine petição pública para ajudar o irmão Jair Bolsonaro. Click aqui para assinar.

Deus nos abençoe.

#SomosTodosBolsonaro

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Homenagem à criação do Estado de Israel

Eu recebi este texto, intitulado Jair Bolsonaro e os donos do poder – a questão real, e transcrevo a íntegra aos cristãos brasileiros, pois é muito bom e traz algumas interrogações que nós, pessoas que pensam espiritualmente os fatos, temos as respostas. Após o texto, deixo minha consideração.

O texto

“É evidente que a decisão da 1ª Turma do STF de aceitar denúncia contra o Deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e transformá-lo em réu por suposto crime de “incitação ao estupro” foi uma decisão casuística, dissonante de toda a jurisprudência da Corte e voltada pessoalmente contra o Deputado. Houve um ânimo claro de feri-lo especificamente, de desferir um golpe contra Bolsonaro.

Não é preciso muito esforço para concluir a respeito, mesmo sob ótica estritamente jurídica.

A notícia veiculada no site do STF afirma o seguinte:

O relator, ministro Luiz Fux, entendeu que as declarações do deputado Bolsonaro não têm relação com o exercício do mandato. “O conteúdo não guarda qualquer relação com a função de deputado, portanto não incide a imunidade prevista na Constituição Federal”, disse. Ele acrescentou que, apesar de o Supremo ter entendimento sobre a impossibilidade de responsabilização do parlamentar quanto às palavras proferidas na Câmara dos Deputados, as declarações foram veiculadas também em veículo de imprensa, não incidindo, assim, a imunidade. Observou, ainda, que não importa o fato de o parlamentar estar no gabinete durante a entrevista, uma vez que as declarações se tornaram públicas.

Por que afirmo que não é necessário qualquer esforço para perceber nisto uma decisão casuística e direcionada?

Pelo fato de que, no dia imediatamente anterior (20/06), o STF decidiu um outro processo, uma queixa do Senador Aécio Neves (PSDB-MG) contra a Deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ) e o resultado foi exatamente o oposto. Jandira insinuou em seu Twitter que Aécio era responsável por um helicóptero repleto de drogas que fora apreendido em Afonso Cláudio (ES), em 2013. Em 19 de maio de 2015, ela escreveu: “Aécio, o Brasil precisa saber de um helicóptero repleto de drogas”.

Vejam como o STF decidiu sobre Jandira Feghali, um dia antes de decidir sobre Bolsonaro:

O relator lembrou que a atividade parlamentar não se restringe ao âmbito físico do Congresso Nacional, e que a prática de atos em função do mandato, ainda que fora das Casas Legislativas, está igualmente protegida pela garantia prevista no artigo 53, caput, da Constituição Federal. Ele destacou que o instituto da imunidade parlamentar deve ser interpretado em consonância com a exigência de preservação da independência do congressista. No caso, observou que o comportamento da deputada Jandira mostrou estreita conexão com o desempenho do mandato legislativo.

Em sua decisão, o ministro registrou que o exercício do mandato legitima a invocação dessa prerrogativa jurídica, “destinada a proteger opiniões, palavras e votos do membro do Poder Legislativo, independentemente do lugar em que proferidas as expressões eventualmente ofensivas”. […]

O ministro Celso de Mello destacou, também, que a garantia constitucional protege as entrevistas jornalísticas; a transmissão, para a imprensa, do conteúdo de pronunciamentos ou de relatórios produzidos nas Casas Legislativas; bem assim as declarações veiculadas por intermédio de mass media (meios de comunicação de massa) ou social media (mídias sociais). Isso porque o Supremo tem reafirmado a importância do debate, pela mídia, das questões políticas protagonizadas pelos detentores de mandato, “além de haver corretamente enfatizado a ideia de que as declarações à imprensa constituem o prolongamento natural do exercício das funções parlamentares, desde que se relacionem com estas”.

No caso de Jandira, o parecer da Procuradoria-Geral da República foi pelo arquivamento do caso, com base na imunidade parlamentar. Para Bolsonaro, entretanto, foi a própria PGR que ingressou com a denúncia.

O mesmo STF que absolve Jandira Feghali, que é do PC do B, por insinuar que Aécio Neves teria relação com tráfico de drogas, é o STF que recebe denúncia contra Jair Bolsonaro afirmando que suas palavras não estão protegidas pela imunidade parlamentar.

O mesmo STF que afirma que Jandira Feghali deve ser protegida por suas declarações até quando fala à imprensa é o STF que diz que Jair Bolsonaro não tem direito a esta proteção justamente porque falou à imprensa. Quando um parlamentar fala aos órgãos de mídia, diz a Corte, o faz em “prolongamento natural do exercício do mandato” – só não se o parlamentar foi Jair Bolsonaro, é claro.

Ressalto novamente: existem menos de 24 horas entre as duas decisões. A decisão que absolveu Jandira foi tomada no dia anterior àquela que recebeu denúncia contra Jair Bolsonaro – e os motivos são exatamente os mesmos, só que com sinais invertidos.

Por que os dois pesos e duas medidas do STF?

Porque a decisão é casuística, como disse, e voltada pessoalmente contra Bolsonaro.

CONTRA BOLSONARO, CONTRA A VERDADE DOS FATOS

Há outra razão jurídica para concluirmos facilmente sobre isto.

É que o princípio mais fundamental do Processo Penal é o “princípio da verdade real”, que diz o seguinte: deve ser buscada a verdade dos fatos, aquilo que realmente ocorreu, e não apenas o que parece ter ocorrido; a função punitiva do Estado só deve se voltar contra aquele que realmente cometeu um crime, não contra aquele que parece ter cometido.

Agora, perceba-se o contrassenso: é minimamente razoável que um Deputado conhecido por ser autor de projetos de lei que agravam as penas para estupradores, que propõe até mesmo a castração química do condenado por estupro como condição para progressão do regime, um parlamentar famoso por discursos acalorados contra violadores, contra a impunidade, contra o tratamento manso que se dá aos criminosos – é minimamente razoável que este parlamentar, justo este, tenha resolvido, de repente, incitar o estupro contra alguém?

É minimamente razoável admitir que um Deputado que discutiu com a Sra. Maria do Rosário exatamente porque ela – ela, sim! – estava defendendo um estuprador, o Champinha, enquanto ele condenava veementemente o crime cometido (um fato público, notório, gravado em vídeo e amplamente difundido), tenha, agora, cometido apologia de estupro contra a parlamentar que queria justamente tratamento manso para o estuprador?

A coisa inteira é de um descalabro colossal. Não está de acordo com o princípio da verdade real admitir que Bolsonaro – justo ele! – tenha pretendido incitar o crime de estupro, quando é o principal defensor do endurecimento contra esse crime hoje, em todo o Parlamento – inclusive infinitas vezes mais incisivo contra isso do que a Sra. Maria do Rosário, conhecida por defender os “direitos humanos” dos criminosos, entre os quais o estuprador Champinha, que torturou e estuprou a jovem Liana Bei Friedenbach, reiteradas vezes e por vários dias seguidos, ele e seus comparsas, até assassiná-la com um facão cego, por degola e esfaqueamentos sucessivos.

E justamente a querela originada, deste caso, entre os Deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário, o primeiro condenando Champinha e a segunda, defendendo-lhe, leva a que o STF receba denúncia contra o primeiro por – pasmem! – apologia do estupro!

É o fim do processo penal e a instauração acachapante do casuísmo como técnica de decisão.

SUPREMO PODER, PODER SUPREMO

Há tempos o STF vem agindo assim. Em sua época recente, o Supremo vem se considerando realmente supremo. Quem poderá questioná-lo? Onde? A quem recorrer?

Na falta de um nome melhor, chamo de “síndrome do ídolo constitucional”: já não vige na Suprema Corte a noção de que ela guarda a Constituição. Ao contrário, o Supremo Tribunal acredita que ele próprio é a Constituição, a Gründnorm de Kelsen realizada, isto é, o fundamento último de todo o ordenamento jurídico, pelo qual todas as outras leis e a própria Constituição devem ser obedecidas. A nação, aparenta, não existirá sem o seu poder supremo de tutela a definir, inclusive contra a mesma Constituição, como a realidade jurídica deve ser – numa negação absoluta da realidade fática. O Supremo se fez um ídolo no altar de seu próprio culto e, dos altos píncaros de seu templo, regerá a vida dos homens todos, dos Poderes outros, com mão de ferro, segundo seus desejos, seu arbítrio, seus fetiches.

O grande problema da forma como o Poder Judiciário está instalado no Brasil é que o Supremo, de fato, concentra uma carga altíssima de poder: ele é o Tribunal Constitucional, mas também é a última instância dos demais processos ordinários e, ainda, a primeira instância dos detentores de foro privilegiado. Há uma mistura de competências que não é benéfica e que, como estamos percebendo, invade ferrenha as cabeças dos magistrados. Do Supremo não há a quem recorrer – e eles sabem disso.

Os espanhóis encontraram uma maneira de minimizar isso: o Judiciário na Espanha, de certo modo, se divide em dois. Há um Tribunal Supremo, que decide questões cíveis, penais e administrativas (as questões ordinárias), e um Tribunal Constitucional, fora da estrutura judiciária comum, que decide apenas as questões constitucionais. Um e outro não se misturam. Quando uma questão constitucional é suscitada na justiça ordinária, o processo é levado ao Tribunal Constitucional, por meio de um instrumento chamado “recurso de amparo”, e a Corte Constitucional decide apenas aquela questão específica e nada mais.

Na Espanha existe um sistema de “freios e contrapesos” dentro do próprio Judiciário. Em suma: há como recorrer do Tribunal Supremo e, de outro lado, o Tribunal Constitucional não é a última palavra em todas as questões.

Indo mais além, os espanhóis implementaram outra medida: para evitar concentração de poder no Tribunal Constitucional, seus juízes têm mandato de 9 anos e as designações são distribuídas por vários órgãos – as duas Casas do Congresso, o Governo executivo e o Consejo General del Poder Judicial, do próprio Judiciário. Não há designação exclusiva, como ocorre no Brasil, com nomeação de Ministros apenas pelo Presidente da República.

Já está mais do que na hora de algo assim ser pensado para o nosso país, sob pena de convivermos com um Tribunal Supremo que exercerá, em direito – porque ele diz o que é o direito, afinal – e em verdade, um poder supremo. Os sinais de arbitrariedade do STF já têm sido muitos para serem simplesmente ignorados. Infelizmente, com um Congresso quase que inteiramente sujeito a se tornar réu no mesmo STF (e, agora, até por crime impossível), é difícil que alguma proposta razoável neste sentido caminhe, por ora.

O PODER QUE MANDA PENSAR

Mas voltemos a Bolsonaro.

Dois últimos pontos precisam ser ditos.

Em primeiro lugar, à luz da própria jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e da diferença de tratamento que foi dada a Bolsonaro e a Jandira Feghali, fica evidente que o casuísmo adotado contra o parlamentar do PSC é uma tentativa de igualá-lo aos demais réus do Congresso. Bolsonaro é o único Deputado que, segundo Joaquim Barbosa, não recebeu propina do Mensalão e, nas delações da Lava Jato, é o único parlamentar de seu antigo Partido citado como avesso ao que se praticava no Petrolão.

Da impossibilidade de fazer Bolsonaro réu de crimes que a quase generalidade do Parlamento cometeu, o Supremo foi mais adiante: transformou Bolsonaro em réu de um crime que ele próprio repugna e combate na vida pessoal e no exercício do mandato parlamentar. O que fica claro, portanto, é uma ânsia por, simplesmente, colar na testa do parlamentar a palavra “réu”, ainda que o motivo seja o mais esdrúxulo e desamparado de realismo possível.

Mas há uma segunda observação necessária. É que Bolsonaro é um ponto fora da curva no espectro político brasileiro e, como tal, precisa ser liquidado para que o establishment se mantenha. É o primeiro político que, sem grandes fortunas, sem grandes apoios e sem grandes partidos, mas apenas consigo mesmo, com a própria palavra e a própria postura, tem arregimentado uma legião de apoiadores que se sentem por ele representados.

O fenômeno Jair Bolsonaro é algo que a mídia brasileira e o establishment ainda não compreenderam: pela primeira vez o povo sente um político falar por eles. O STF, que também não está compreendendo isso direito, resolveu mexer nesse vespeiro.

Numa situação dessas, a ação do estamento burocrático sempre será a de absorver o elemento dissonante e fazê-lo parte de si, engrenagem do esquema. Como, ao que parece, isto não foi possível com Bolsonaro, o passo seguinte será o de aniquilar o elemento dissonante e, então, suprimir a voz popular que ecoa pela fresta que ele abriu nos muros do estamento burocrático.

Raymundo Faoro afirma:

Realidade diferente, que com o escol dirigente não se confunde, é o estamento burocrático. Não é este uma camada móvel, que se renova e morre, com as variações sociais. Possui estrutura própria que, embora condicionada pelas forças sociais e econômicas, eleva-se acima da nação, a qual, pobre de recursos, não logra dominá-lo e aniquilá-lo. O ideal das classes que integram a nação é absorver o estamento burocrático, apropriando-o, nacionalizando-o, para diluí-lo na elite. Aquele é uma estratificação aristocrática, com privilégios e posição definida pelo Estado, acima da nação. […]

O estamento burocrático é árbitro da nação, das suas classes, regulando materialmente a economia, funcionando como proprietário da soberania. As demais estratificações sociais, classes ou estamentos, são por ele condicionadas, carecendo de valor simbólico próprio. Aquelas não logram organizar-se impulsionadas pela necessidade telúrica, existem como “simples imitação e prática administrativas”. Um sopro as deslocará, transformando-as em pó, sem que resistam a seu império. (Os Donos do Poder, Rio de Janeiro: Globo, 1956; pp. 261-262).

Fazer de Jair Bolsonaro réu por um crime que ele próprio combate é o sopro que visa transformá-lo em pó mas, também, aniquilar a única possibilidade política, em muitos anos, que se colocou fora do establishment e ao lado do povo – é uma luta pela manutenção da soberania no estamento burocrático, travada agora mesmo, neste instante. O povo não pode ter a soberania em suas mãos, sob pena de o estamento não sobreviver.

Acredito que o Supremo se colocou agora, como nunca antes, em posição frontal contra o povo. A população percebe com clareza a relutância e o zelo do STF por personagens como Lula e Dilma ou por Jandira Feghali, que teve sua imunidade parlamentar garantida, enquanto que, para Bolsonaro, a Corte dispensa um tratamento diferenciado, sob medida, fazendo-lhe réu por uma decisão juridicamente absurda e sem amparo na realidade fática do próprio mandato do parlamentar.

Nisto concluímos: uma vez ciente de que o recebimento da denúncia contra Jair Bolsonaro não tem motivos jurídicos, mas políticos, e de que sua transformação em réu é um movimento de preservação do estamento burocrático contra uma candidatura que se anuncia sob notas realmente populares, o povo deverá exercer o movimento adverso contra o estamento burocrático, isto é, instaurar na realidade dos fatos aquilo que o juridicismo quer negar no mundo dos papéis autuados de Brasília: que Jair Bolsonaro tem apoio popular e que o povo soberano não aceitará que o eco, ainda tímido, de sua voz seja silenciado por um lance de cimento sobre a rachadura aberta no muro do establishment.

Somente a reverberação da realidade de uma forma acachapante, inolvidável e demolidora será capaz de criar o clima que desmonte o mundo paralelo criado por este processo, que derrube o seu castelo de areia e, então, permita uma vitória também nas vias judiciais – caso contrário, sem a pressão da realidade e do povo, o processo seguirá seu curso normal rumo à aniquilação do elemento dissonante, como é o seu único objetivo.

O Deputado Jair Bolsonaro também precisa estar ciente de tudo isso, caso contrário, não responderá da maneira que a situação exige e que o povo precisa, correndo o risco de ser, como todos os outros, absorvido pelo próprio estamento burocrático no momento mesmo em que é por ele aniquilado – e, então, perderá toda a legitimidade que um dia conquistara. É uma via de mão dupla entre o povo e a persona política que o representa.

Esta não é uma luta por um nome, mas contra o estamento burocrático que se apropria do poder e não permite o seu exercício pelo povo. Na situação concreta, contudo, a pessoa tornou-se um símbolo desta luta – e todos precisamos estar bem cônscios disto, especialmente o parlamentar motivo deste texto.”

Minhas considerações

Bem sabemos que todas as pessoas têm o espírito, além da alma e corpo. E o espírito maligno influencia a pessoa que não obedece a Palavra de Deus a fazer sua vontade. E o espírito maligno é anticristo e age, aqui nos últimos dias, conforme diz a Bíblias, “contra tudo o que se chama Deus”, inclusive influenciando pessoas com autoridade, como magistrados e governantes.

A doutrina socialista é anticristã e o Jair Bolsonaro é cristão, o que nos remete a uma leitura espiritual, pois os próprios juristas não compreendem as decisões do STF discordantes em 24 horas.

E criminalizando um inocente, que defende o oposto do crime lhe foi imputado! E vindo do poder que deveria zelar pela Constituição!

O espírito anticristo fará de tudo para implantação do reinado da besta. Os pilares deste governo já estão montados no ambiente jurídico, principalmente na ONU, através dos Direitos Humanos. E foi uma representante dos tais Direitos Humanos que entrou com este pedido contra Bolsonaro, obviamente, influenciada por este espírito!

O entendimento jurídico do Direito, incluindo o STF, está sendo deturpado, haja visto a OAB, que está com miopia jurídica.

Quando Jesus Cristo foi batizado nas águas do Rio Jordão, após o jejum de quarenta dias e noites, foi tentado pelo diabo, e isto se tornou uma regra geral no Novo Testamento. Isto é, quando uma pessoa é batizada sofre tentação dias depois. E Jair Bolsonaro foi batizado nas águas há pouco tempo, o que profeticamente atrairia o espírito maligno para lhe tentar.

Mas ele é um homem chamado por Deus pra lutar contra a implantação do socialismo no Brasil, isto é, contra o espírito anticristo e o reinado da besta.

Por isto esta perseguição contra ele não é apenas porque não se corrompeu com os corruptos, mas porque é homem de Deus! Luz no meio das trevas.

Penso que os irmãos cristãos devem reagir urgentemente!

Não é somente oração e jejum, mas mobilização das igrejas cristãs junto aos deputados federais e senadores, para que o STF volte atrás na sua “insanidade jurídica”, mas para elaborar projeto de lei constitucional que limite ou divida o poder da Suprema Corte, como bem disse o texto acima.

O STF se corrompeu com o socialismo e com o espírito anticristo da ONU e não é mais confiável. Gerou uma insegurança jurídica este descalabro contra Jair Messias Bolsonaro.

Convoco os líderes cristãos para se unir em torno deste propósito, pois se o PT fez isto com Bolsonaro e Eduardo Cunha, vai fazer o restante do seu projeto proposto no seu caderno de teses (citado no post anterior)!

No caderno, o PT propõe fechar as emissoras de TV cristãs, o que configura a perseguição religiosa eminente. E com o STF contaminado com o espírito anticristo, certamente não teremos a quem recorrer!

Vigilância é o único remédio. Vamos reagir, urgentemente!

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Introdução

Confesso que chorei quando li este texto que minha irmã me enviou, pois viu meu entusiasmo ao pedir nas redes sociais.

Chorei porque eu sou nacionalista, vivi esta época e hoje nenhum destes jovens sabe o que é um país de verdade, onde os cidadãos andavam de cabeça erguida, sem temor.

O Brasil parecia o quintal de casa, seguro, onde os filhos podem ficar sem ninguém os molestar! O pai era o regime militar que sabia o que fazia e quem eram os inimigos.

Os filhos resolveram pedir a liberdade e cairam no conto dos socialistas. Foram roubados, divididos e os bandidos conluiam para matá-los com outros de fora.

E agora, arrependidos, querem voltar ao quintal seguro e aconchegante, donde jamais deveriam ter saído.

Como o filho pródigo, dito por Jesus Cristo.

Texto enviado

Minha irmã enviou este texto, que são palavras de um repórter que não morre de amores pelos militares, intitulado:

Os 5 Generais Presidentes.
Autor : jornalista CARLOS CHAGAS

“Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos
difíceis. Claro que, no reverso da medalha, foi promovida ampla
modernização das nossas estruturas materiais. Fica para o historiador
do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos.”
Mas uma evidência salta aos olhos:
a honestidade pessoal de cada um!

1 – Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

2 – Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

3 – Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

4 – Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

5 – João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em estado de lamentável conservação.
OBS: foi operado no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio.

Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos.

Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.

Bem diferente dos tempos atuais, não é?

Acrescento:
NENHUM DELES mandou fazer um filme pseudo biográfico, pago com dinheiro público, de
auto-exaltação e culto à própria personalidade!

NENHUM DELES usou dinheiro público para fazer um parque homenageando a própria mãe.

NENHUM DELES usou o hospital Sírio e Libanês.

NENHUM DELES comprou avião de luxo no exterior.

NENHUM DELES enviou nosso dinheiro para “ajudar” outro país.

NENHUM DELES saiu de Brasília, ao fim do mandato, acompanhado por 11 caminhões lotados de toda espécie de móveis e objetos  roubados.

NENHUM DELES exaltou a ignorância.

NENHUM DELES falava errado.

NENHUM DELES apareceu embriagado em público.

NENHUM DELES se mijou em público.

NENHUM DELES passou a apoiar notórios desonestos depois de tê-los chamado de ladrões.”

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Conclusão

Veja que até quem não gosta do regime militar sabe que eram homens íntegros os presidentes-generais.

Reitero o que já disse outras vezes, Deus me mostrou, na manhã de 12 de março de 2013, quando eu estava orando, pedindo a direção sobre quem deveria apoiar para Presidente da República, que Jair Messias Bolsonaro é o seu candidato!

Eu não o conhecia por ser de outro Estado, mas Deus o conhece. Pesquisei e vi que é católico, militar da reserva, porém não questionei Deus pelas nossas diferenças de crenças, porque Deus se responsabiliza!

E escrevi nos meus dois blogs,  o lançamento de seu nome para Presidente do Brasil!

E Deus está na frente de seu candidato até agora! Ele aceitou o chamado e vi uma multidão o acompanhar de repente, pois estavam como ovelhas sem pastor!
E Deus olha de cima e vê as nossas necessidades e sabe que queremos o nosso país de volta! Queremos o nosso quintal seguro para criarmos os filhos sem a contaminação que está quadrilha trouxe.

Por isto, peço aos leitores que apoiem este homem com toda a sua força, divulgue entre sua igreja, seus amigos do bairro, escola, trabalho, parentes, etc., que temos um candidato de Deus para o Brasil!
Deus ouviu nossas orações e vai nos livrar deste socialismo anticristo, implantado no nosso país!

Viva o Brasil!

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Excelente “Vídeo de Apoio” de iniciativa livre dos milhões de brasileiros que clamam por um presidente da República Federativa do Brasil como o Deputado Jair Messias Bolsonaro, PP.

Clamamos aos correligionários do Partido Progressista que lancem este nome à Presidência da República em 2014, na Convenção do Partido em 25 de junho próximo!

Esta é a nossa esperança conservadora e o Brasil precisa deste nome!

Assista este vídeo e compreenda porque Deus enviou este homem para nós, antes que seja tarde demais! Ele irá governar com o povo de bem! As pessoas que sempre fizeram a diferença e construíram este Brasil que o PT de Lula e Dilma Rousseff destruiu, não obstante pegaram pronto!

Clame ao Partido Progressista que apoie Bolsonaro Presidente! Esta é a vontade de Deus! Esta é a vontade do povo!

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Eu entendo o que está ocorrendo com as igrejas e com o Brasil atualmente! Porque os cristãos não têm autoridade contra este demônio de Jezabel que se instalou no país e não quer sair!

Um verdadeiro líder cristão deve discernir com equilíbrio o que está por detrás de homens cristãos que apóiam mulheres na direção do país, como Dilma Rousseff.

A verdade é que estão assentados na mesa de Jezabel e querem uma mulher para comandá-los, como se fossem eles as próprias mulheres, e ficam recebendo ordens delas como se fossem elas os maridos!

Esta troca de papéis que este espírito de Jezabel fez dentro do Santuário do Deus vivo está fartamente na sociedade. Mas se esta sociedade é de maioria cristã não deveria estar desta maneira! E por que está? Porque os cristãos estão contaminados por este demônio!

Portanto, a libertação deve ocorrer a partir da igreja, para depois curar a sociedade. Se nem a igreja está curada, como poderá curar a sociedade? Veja que a igreja está tão cega que os cristãos votaram na Dilma, em 2010, pois o espírito de Jezabel  já estão acostumados em suas igrejas!

E digo isto porque o país tem maioria cristã e quem era para estar no governo naturalmente deveria ser um cristão, não uma ateia de raiz terrorista, socialista e comunista!

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E se os cristãos estivessem libertos pela verdade bíblica jamais deveriam votar em uma mulher para colocá-la sobre a cabeça da nação, como diz:

“Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres dominam sobre ele; ah, povo meu! Os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas (Isaías 3:12)!

Não houve chuva sobre Israel por três anos e meio e no Brasil estamos num deserto também, com a volta da inflação, crimes, drogas, homossexualismo crescente, ateísmo, adultério (numa televisão a serviço de Satanás), Educação destruída, Saúde Pública falida, enganos e mentiras torpes e criminosas sobre estatísticas diversas, desemprego e o sistema eleitoral baseado em uma urna eletrônica desacreditada, além dos eleitores serem movidos pelo famigerado Bolsa Família, etc.

Lembro que as cantoras gospel foram lá se assentar com Dilma, como se fosse a mesa de Jezabel, ou como se nada houvesse acontecido! Dias antes os cristãos fizeram manifestação diante do Congresso Nacional, o que deu start a todas as demais passeatas pelo país afora, mas a estas cantoras nada disto teve lógica! (veja aqui)

Disseram que “queriam ganhar Dilma para Jesus”, pasmem! Inocência ou estupidez, não sei, mas que foram usadas pelo diabo para acalmar os cristãos, ah, isto foram!

José Wellington

E depois o Pr. José Wellington ainda teria dito que Dilma ganharia esta eleição, como querendo dizer que apoiaria novamente este demônio! (veja matéria aqui)

Ora, um Pastor da maior igreja pentecostal do Brasil deveria ser como Elias que apregoou contra Acabe e Jezabel com incisivo vigor, não como quem está comprometido com o pecado ou comendo na mesa dos demônios!

É o momento em que um grande líder cristão num país em vias de cair no abismo, como o Brasil, que está se tornando uma Venezuela, ou numa Sodoma e Gomorra do fim dos dias, deve ser Pastor de verdade, não um mercenário, que vê vir o lobo e se isenta politicamente!

A igreja cristã está comprometida com estes demônios em seus átrios e come na mesa de Jezabel, por isto não age ostensivamente contra o diabo! A igreja brasileira está morta, como aconteceu nos EUA. Tem nome de que vive, mas não expulsa Jezabel!

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Precisamos de mais Elias, pois estamos cheios de Acabes! Homens corruptos e réprobos de entendimento, que cuidam que a obra de Deus é causa de ganho financeiro ou político! A igreja não é Partido e nem o altar é palanque de políticos corruptos, mentirosos, efeminados e adúlteros!

Fariseus! Covardes que amam mais a glória dos homens do que a glória de Deus! Amam mais os dízimos e as ofertas do que as Palavras de Deus, por isto não apregoam a verdade contra Jezabel! Por isto deixam as mulheres encherem os púlpitos, porque sabem que esta pregação esvazia as igrejas e os cofres da tesouraria!

Como escaparão da justiça de Deus?

Homens que votam em mulheres para governarem sobre si estão espiritualmente como mulherzinhas maricas!

Todos os cristãos devem se unir para retirar este espírito de Jezabel do governo e colocar um homem comprometido com os valores éticos e morais que sempre defendemos em nossas igrejas! De que adianta apregoar nos púlpitos e não vivenciar ou aplicar isto fora dos portões do templo?

10306265_530436860400780_6209193156509528513_nJair Bolsonaro é o nome que mais se aproximou do nosso perfil.

No entanto, o seu Partido não quer apoiá-lo à presidência da República. Esta é a hora em que os líderes cristãos devem aparecer no cenário político e exigir que os partidos coloquem os candidatos que queremos, não os que os caciques partidários querem!

 

Exigimos o impeachment de Dilma Rousseff por não ter cumprido as promessas de campanha aos cristãos, quando prometeu 6.000 creches, ou não aprovar o casamento gay e o aborto, por exemplo.

O país é de maioria cristã e o governo deve se submeter ao povo cristão, não a maioria se submeter ao governo comprometido com o espírito do anticristo!

Os Pastores líderes de igrejas grandes devem exigir o impeachment de Dilma Rousseff antes das eleições, pois se o Partido Progressista não aceitar lançar Bolsonaro a presidente, certamente perderá também os cargos ainda neste ano!

Os cristãos devem tomar as rédeas da nação e não deixar o “barco à deriva” nas mãos de ladrões e salteadores! Depois não adianta querer “chorar o leite derramado” e dizer que “Deus sabe o que está fazendo”, quando estivermos sendo impedidos de pregar em nossos púlpitos por perseguição religiosa!

Ou quando os nossos filhos estiverem aprendendo homossexualismo nas escolas pagas com dinheiro dos nossos impostos, dinheiro dos cristãos, pasmem!

Conclamo em caráter de urgência aos Pastores e lideranças eclesiásticas que pressionem os Deputados Federais e Senadores da República a pedir o impeachment de Dilma Rousseff, caso o Partido Progressista não lance Jair Bolsonaro à Presidência neste pleito de 2014!

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Esta notícia de que o Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro poderá ficar fora da disputa presidencial em 2014, trazida por esta matéria abaixo, me deixou muito triste: Leia abaixo e depois comento:

 

Candidatura de Bolsonaro sepultada. Partido Progressista confirmará essa semana apoio ao PT de DILMA.

Muita gente diz que o Partido Progressista, se confirmar a decisão de permanecer com o PT, em solenidade esperada para essa semana, perderá a melhor oportunidade de sua existência. Com toda certeza se apoiasse a candidatura de Jair Bolsonaro o partido obteria, no mínimo, a terceira ou quarta colocação nas eleições, o que definiria o resultado final. Bolsonaro é um dos poucos possíveis candidatos que está em sintonia com a direita, que se reorganiza no Brasil, e sua candidatura, com o apoio inclusive daqueles que votariam em Caiado (se o DEM confirmar que apoia o PSDB), provavelmente iria atirar Dilma para o segundo turno.

O partido estava dividido entre três opções, Bolsonaro, Aécio ou Dilma. A direção resolveu nessa quarta-feira, 14, que o partido deverá apoiar a candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff, do PT. Após a reunião que foi comandada pelo presidente Ciro Nogueira, membros do diretório nacional foram informados da decisão do partido e o anúncio oficial de adesão deve ser feito ainda essa semana, em solenidade que deve acontecer em Brasília e contar com a presença da Presidente.

O Presidente do PP, Ciro Nogueira, chegou a dizer hoje (19/05) que a sociedade espera que o seu partido permaneça com Dilma Roussef. O Partido Progressista se diz liberal e conservador, mas não resistiu ao assedio do poder. A pré-candidatura de Bolsonaro nem chega a ser mencionada pelo partido, aparentemente para evitar o desgaste, ja que o deputado é inimigo declarado do PT.

A decisão realmente parece irrevogável, agora a direita brasileira, se quiser sobreviver, terá que se organizar e investir tudo o que puder na composição de uma bancada nos legislativos, tanto estaduais como federal, será a única chance de virar o jogo num futuro próximo.

Em política nada é definitivo, mas não está previsto nada que possa mudar a decisão da executiva do Partido progressista até o meio dessa semana, quando deverá ser feito o anúncio público do apoio à Dilma Roussef.

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Comento:

Ora, para quem não sabe, foi em 12 de março de 2013 que eu lancei esta proposta de Bolsonaro ser o candidato dos cristãos à Presidência em 2014 neste blog e no outro. Eu havia pedido a direção a Deus sobre quem deveria os cristãos apoiarem, pois de todos os candidatos que estão aí, nenhum deles tem compromisso com a nossa tradição religiosa, pois todos eles são comprometidos com seus próprios interesses políticos e pessoais!

Todos mesmo, sem nenhuma exceção!

Deus me tocou profundamente que Jair Bolsonaro reunia estes valores, inclusive o de ser militar da reserva, trazendo todo aquele sentimwento de nacionalismo que nós precisamos ressuscitar em nossas escolas, no trabalho e nas ruas! Não temos a nossa bandeira orgulhosamente como tínhamos no passado, ou como os EUA têm, e valorizam em cada esquina seu país!

O PT nos roubou isto! Querem a bandeira comunista sobre a verde e amarela! O PT e os demais partidos de esquerda, juntamente com os partidos aliados que se prostituíram com o governo de Dilma Rousseff, não estão preocupados com os nossos valores morais, civis e religiosos! Querem apenas o poder e as nossas riquezas! São corruptos e estes 12 anos de governo petista mostraram isto!

O Partido Progressista também se prostituiu com o PT, haja visto que o Deputado Paulo Maluf apoiou Fernando Haddad para prefeitura em São Paulo!

O PT apregoava a ética na política enquanto era oposição, mas, depois que se apoderou do poder, se tornou pior que todos que o antecederam!

Para nós, cristãos, resta a esperança de pedir ao Presidente Ciro Nogueira que volte atrás em sua posição de apoiar o PT e lance a candidatura de Bolsonaro. Caso contrário, se houver reeleição da Dilma, perderemos ainda mais a Justiça, pois o STF se já está nos escandalizando agora, muito mais será, com mais indicações que o PT fará!

Perderemos a moral em nossas escolas, pois até o Dia das Mães está sendo tirado e sendo substituído pelo Dia do Cuidador, pasmem!!

Não teremos mais o direito de apregoar a Bíblia, mesmo se estiver escrito, porque poderemos ser  presos, até em nossas próprias igrejas!

O PNDH 3 quer dar totais prerrogativas aos invasores de terras, como já temos neste desgoverno com o MST, cujo movimento teve até financiamento do BNDES, mesmo sendo terrorista! As propriedades não terão mais o mesmo conceito que temos hoje!

Dilma mentiu, dizendo em 2010 que não aprovaria o aborto ou o casamento gay, mas através do CNJ, aprovou de maneira ditatorial! O PT não tem compromisso com a nossa tradição religiosa! PT é profano e não tem nenhum respeito ao cristianismo e aos cristãos! Nunca teve, pois tem o espírito do anticristo e quem se alia com ele está se prostituindo com este deus das trevas, como o Partido Progressista está fazendo!

Rogo aos cristãos que enviem mensagens ao PP neste link aqui e também escrevam e-mails ao Partido aqui, além de enviar postagens ao Deputado Ciro Nogueira no Facebook e no twitter aqui.

Diga ao Deputado Ciro que se não voltar atrás em sua decisão, os cristãos não votarão em nenhum candidato do Partido Progressista nas próximas eleições e este Partido será considerado “persona non grata” aos cristãos, caso não candidate Bolsonaro a Presidência!

Vamos mostrar a força dos cristãos e tem que ser agora! Não podemos esperar mais quatro anos, porque será muito tarde!

Reaja! Faça a sua parte de cidadão e de cristão! Escreva e participe! Divulgue em sua rede social! Avise seus amigos para escreverem também!

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fonte http://sociedademilitar.com.br

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