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Escrito por Karen Neugebauer Yamada 

e enviado por Nerval da Costa 

“Muito tem se falado a respeito da ‘ditadura’ no Brasil, que muitos eram torturados, aliás, esses que reclamam das torturas são os mesmos que estão no poder e que de forma direta estão matando o povo brasileiro!

Eu vivi o final da ‘ditadura’, estudei em grupo escolar e ginásio estadual, onde não havia diferença entre filho de rico ou filho de pobre; todas as crianças do bairro estudavam na mesma escola. 

Aprendi no 1o grau o que hoje não se ensina no 2o. A ordem, quando chegava algum colega de uma escola particular, era: “Estuda mesmo, senão você vai repetir”!… E repetíamos sim, por um décimo de ponto! Só passava de ano se soubesse a matéria na ‘ponta da língua’.

Nas aulas de História aprendíamos sobre as grandes civilizações da antiguidade, a história do mundo, as grandes invenções, descobertas e conquistas da humanidade… não sobre a União Soviética.

Nas aulas de Geografia estudávamos o mapa mundi, tipos de solo, distribuição demográfica, agricultura e pecuária. Sabíamos todas as capitais do mundo… não o tamanho territorial dos países comunistas. Estudávamos, além das matérias clássicas, religião, música, espanhol, inglês, francês, desenho, geometria, artes, Educação Moral e Cívica e OSPB (onde aprendemos os verdadeiros valores civis).

Nas ruas andávamos com tranquilidade, não existia esta violência que nos consome. Drogas?! Tudo se resumia à maconha, que nós sabíamos que existia, mas não fazia parte de nossas vidas. Nosso lado rebelde se resumia a dar uma tragada rapidinha em algum cigarro “comunitário” no banheiro da escola e ouvir “Je t’aime moi non plus” escondido.

Nos levantávamos quando o professor entrava na classe. Sabíamos o Hino Nacional inteirinho! Ir para a diretoria era uma vergonha… Responder aos pais e professores? Nem pensar!

Apanhávamos sim, e muito (minha mãe tinha até um “rabo de Tatu”, uma espécie de chicotinho), e nem por isso ficamos traumatizados. Por falar em traumas, sabia que em todos os colégios havia uma psicóloga para alunos estressados? Sabe que tínhamos dentistas nos colégios? Na infância, meus dentes foram tratados assim. Havia também a merenda escolar para todos os alunos, e até hoje eu sinto o cheiro delicioso do recreio. 

Em casa, depois da janta, lá pelas 8 horas, nós, as crianças da rua, nos reuníamos para jogar ‘queimada’, e a turma ia aumentado a cada minuto. Enquanto isto, no portão, nossos pais conversavam com algum vizinho. A brincadeira podia se estender até às 11 horas ou terminar a qualquer momento, bastando as mães chamarem pelo nome, seguido de um “já prá dentro!”

Ninguém reclamava, todos obedeciam na hora! De manhã bastava abrir a porta e pegar o pão e o leite encostadinhos no batente. Eram entregues de madrugada pelo leiteiro, e nunca roubados, apesar dos portões baixinhos e somente encostados. Tínhamos hora marcada para chegar, e hora marcada para ligar para casa ou para o fone de algum vizinho, avisando que estava tudo bem durante nossa saída. E ái se não ligássemos!

Mesmo com nossos 20 anos tínhamos hora para voltar. Respeitávamos nossos pais e mesmo querendo bater o pé ninguém desobedecia. Todos nós fazíamos nossos programas e passeios, mas 11 da noite era a hora limite para estarmos em casa. Hoje, qualquer criança de 15 anos está saindo à meia noite sem hora para chegar. E ái dos pais que disserem não… vão apanhar dos filhos, graças ao maldito ECA (Estatuto da Criança e Adolescente)!

Éramos assaltados sim, mas bastava gritar “pega ladrão” e o bandido estaria longe em um segundo. Nas ruas o patrulhamento era constante, dia e noite… cruzávamos com a polícia a cada esquina. Traficantes na porta da escola e na favela? Nunca! A favela era o lugar onde moravam os mais pobres, os que não tinham uma casa de verdade; mas entrávamos e saíamos dela a qualquer momento, pois muitos amiguinhos e colegas de classe moravam lá.

Estudávamos muito para entrar numa faculdade. Cotas? De jeito nenhum, isso não existia. O que valia era o “estudou, passou”… o governo não dava este tipo de esmola preconceituosa e racista. Negros e brancos sempre tiveram a mesma capacidade intelectual mas, em minha opinião, os negros ganhavam dos brancos por seu espetacular condicionamento físico, além de seus dentes lindos e fortes. 

Aprendemos respeitar os mais velhos, respeito à hierarquia familiar, escolar e social. Havia a censura sim, mas isto não nos afetava… éramos uma família comum, vivendo num bairro comum, com outras pessoas comuns. Eu ouvia falar, mas nunca conheci alguém que tenha sofrido por causa dos militares… creio que por não termos qualquer contato com guerrilheiros, comunistas e terroristas.

E assim foi o “negro” (?) período da “Ditadura Militar” em nosso Brasil. Muitos temeram? Claro que sim, os mesmos que hoje nos ameaçam com a fome, a miséria, o despojamento de nossos bens, a retirada de nosso direito de ir e vir, a violência, a incultura, o impedimento de nossa fé, a imoralidade, a mentira e o despudor!

Então pense bem no passado verde e amarelo e no futuro ameaçado que poderá ser vermelho!”
Minha consideração 
Eu vi também esta época e não tem comparação com este momento histórico contemporâneo. 

Vivemos sob uma DITADURA SOCIALISTA disfarçada de democracia, e temo pelos nossos filhos e netos que não conheceram a vida que tivemos no regime militar.

Por isto publiquei este texto enviado a mim pelo amigo Nerval da Costa, a fim de deixar registrado o passado que tivemos e que fique no imaginário coletivo o sabor do que não volta mais, exceto se todos nós cristãos brasileiros lutarmos com ‘unhas e dentes’ para remover este SOCIALISMO BOLIVARIANO do Brasil! 

Falarmos com cada irmão da igreja, amigo do bairro, trabalho, escola, parente, que venham às ruas dia 31 de Julho, gritar 

pelo impeachment Dilma Rousseff!;

pelo impeachment deste STF bolivariano;

pela cassação dos partidos socialistas e comunistas anticristãos no Brasil; e

pela intervenção militar constitucional até que tenhamos varrido está choldra do nosso país varonil, verde e amarelo, cristão e sem lutas de classes, solidário, como sempre foi. 

Faça como a irmã Karen Neugebauer Yamada e não tenha medo de mostrar sua posição contrária a esta decadência que fomos mergulhados! 

Compartilhe este texto aos amigos. Deus abençoe esta nação!  

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Foto postada por o sentinela

Nestes últimos dias temos visto os esquerdistas brasileiros defendendo a vítima de estupro coletivo, no Rio de Janeiro, e o processo do STF ao deputado federal Jair Bolsonaro, movido pelos defensores dos Direitos Humanos, que são esquerdopatas.

Eu li este texto abaixo e resolvi trazer aos cristãos as constantes contradições do socialistas, inclusive no caso da violência contra as mulheres.

2 milhões de alemãs foram estupradas violentamente e reiteradas vezes pelos comunistas soviéticos. Leia e fique chocado, como eu fiquei. Depois, concluo meu pensamento.

Por Tony Wippich

“Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.

A revista “Spiegel” escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito negativo direto sobre a sexualidade.

A historiadora Birgit Beck-Heppner escreve que os soldados soviéticos usavam as violações para intimidar as populações alemãs, mostrando que o seu governo e exército já não lhes conseguiam garantir a segurança. Por isso, muitas destas violações eram executados em público (!).

Em 1945, os soviéticos foram os primeiros a chegar em Berlim. Mesmo após a rendição da Wermacht e dos Nacional-Socialistas, o sofrimento do povo alemão parecia não ter fim. Os soldados do Exército Vermelho invadem casas, arrancam mães e filhas de suas famílias e as estupram em praça pública, algumas foram estupradas várias vezes por grupos de até 10 soldados. Mais de 2 milhões de mulheres alemãs foram estupradas só em 1945, desde crianças de 8 anos à idosas de 80.

A “doença russa”

Gabriele Köpp lembra na conversa com o jornalista da “Spiegel” que a sua menstruação parou por completo durante os 7 anos. Naquela época era um sintoma bastante comum entre as alemãs e era chamado pelos ginecologistas de “doença russa”.

Quanto Gabriele Köpp é perguntada se conheceu o amor, se teve alguma vez as relações sexuais, ela responde: “Não, não tive nada disso. Para mim existia apenas uma coisa – a violência”.

A culpabilidade dos aliados e a tentativa de abafar o assunto

O estupro em massa das mulheres em Berlim foi negado pelos países aliados (E. U. A, Inglaterra, França, União Soviética, etc;) pois conflitavam com a imagem de “vitoriosos civilizados e libertadores da opressão” que queriam passar para a opinião pública mundial. Porém, esse tabu foi quebrado quando Austin J. App, professor de língua inglesa na Catholic Univesity abordou esse tema embaraçoso (para os aliados, é claro!) em seu livro “Ravishing the Women of Conquered Europe” publicado em Abril de 1946. Na sequencia Antony Beevor também publicou o livro “Berlim: The Downfall, 1945” (“Berlim: A queda, 1945”), abordando o mesmo tema. Alguns relatos eram tão aterradores que o autor, prudentemente publicou apenas em seu site (www.antonybeevor.com). Ingrid A. Rimland também ecoou os gritos das alemãs estupradas nesse fatídico e vergonhoso episódio da guerra chaamndo o governo dos E. U. A à responsabilidade pois muitos desses estupros foram cometidos por soldados norte-americanos.() Principalmente, pela divisão de soldados negros do exército estadunidense, em breve postaremos o artigos somente sobre o assunto – NT. Muitos historiadores creditam essa postura animalesca dos soldados aliados (notadamente dos soviéticos) ao anti-germanismo em vigor na Europa, alimentado desesperadamente e imprudentemente pela imprensa aliada. Pois a Alemanha não fora o único país a sofrer esses tipos de danos. Porém, nesse panorama vergonhoso, alguns testemunhos relatam a ainda a tentativa disciplinar de alguns poucos oficiais que tentavam manter a ordem. Dentre os testemunhos está o de um general soviético que matou um tenente, seu comando, ao flagrá-lo organizando uma fila de mais de 10 soldados para estuprar uma mulher alemã, já deitada no chão. Registros da Igreja Católica relatam que num convento da cidade de Neisse, na Silésia, 182 freiras foram estupradas, seguidas vezes, pelos soldados aliados. Numa outra cidade alemã, 66 freiras engravidaram após seguidos estupros por parte dos invasores. Até mulheres russas que estavam prisioneiras, judias e de outras etnias em campos de concentração foram estupradas impiedosamente pelos seus próprios “libertadores”. Em Berlim, desesperadas por uma situação que não parecia ter fim, muitas mulheres alemãs se jogaram dos prédios em ruínas, preferindo a morte. Outras com filhos para criar, preferiam “contar com a proteção” de algum oficial aliado de alta patente, para acabar com o ciclo de estupro em série a que eram submetidas diariamente pelos soldados. Aquelas que engravidaram e tiveram filhos, frutos dos estupros em série a que foram submetidas ainda tiveram, com certeza, que suportar o repúdio moral e social.

A Arte alemã se expressando como deveria ser

Em 23 de Outubro de 2008 foi lançado na Alemanha o filme “Anonyma – eine Frau in Berlim” (Anônima – Uma Mulher em Berlim) baseado no livro de mesmo nome, escrito por Marta Hiller, alemã que sofreu entre 20/04/45 a 22/06/45, aos 31 anos, os horrores da Segunda Guerra Mundial quando vivia em Berlim, capital da Alemanha. O livro, é um relato perturbador sobre os abusos sexuais sofridos pelas mulheres da Alemanha em 1945. Marta foi uma das centenas de milhares de mulheres berlinenses, entre adolescentes, adultas e idosas, que sofreram estupros em série quando os soldados soviéticos invadiram Berlim, a capital do III Reich. Seus relatos são corroborados pelos da jornalista russa Natalya Gesse, então correspondente de guerra em Berlim, hoje aposentada.

Quando se trata do tema, muitos pesquisadores tendem a afirmar que esse comportamento deve-se a situação de extremo estresse durante a guerra, longos períodos de abstinência sexual, agravada por pressão psicológica constante… Etc; Até então, algo conhecido e óbvio, mas duas coisas têm que ser bem esclarecidas pelos que se dizem “especialistas conceituados”: 1 – Se a estratégia de guerra aliada realmente não estivesse interessada em fazer vista grossa total sobre as ações descontroladas e indisciplinadas que ocorriam com os civis alemães, principalmente suas mulheres, tais fatos não teriam acontecido, pelo menos não em tão larga escala escancarada. 2 – Tais motivos para o comportamento do combatente estão presentes em todos as guerras, nem por isso, tais atitudes são cometidas, não sendo por um outro e potencial fator, a extrema propaganda de guerra que chegava a níveis de uma lavagem cerebral… Tal como hoje. – NT.

Mais de 240.000 mulheres morreram neste período, sendo mais de 100.000 em Berlim. Após o verão de 1945, os soldados soviéticos flagrados cometendo tal ato recebiam punições de enforcamento ou prisão. Entretanto, os estupros continuaram até 1948, quando a Alemanha finalmente recuperou sua estrutura política e os soldados da União Soviética e aliados estavam apenas em postos de guarda, separados da população civil.”

Conclusão

Maria do Rosário, a petista que defende o estuprador e assassino Champinha, foi a mesma que chamou o deputado Jair Bolsonaro de estuprador, enquanto ele era entrevistado, justamente falando sobre este caso monstruoso.

Os petistas e comunistas, que instituíram os Direitos Humanos para promover a luta de classes no mundo contemporâneo, defendem os estupradores e não as vítimas, por isto é uma contradição o caso do Rio de Janeiro.

Recentemente, num acampamento do MST, uma mulher foi estuprada por comunistas e os Direitos Humanos não fizeram a celeuma peculiar da esquerdalha nas mídias!
(Aqui )

Por que? Porque lhes interessa colocar uns contra os outros na sociedade, não combater as desigualdades ou promover a justiça! Jamais irão mostrar as suas próprias mazelas.

Assim como abafam o genocídio de Stálin e Lenin na URSS, onde 100.000.000 (cem milhões) de opositores do socialismo foram mortos, também escondem estes 2.000.000 (dois milhões) de estupros de alemãs por comunistas, mesmo após a rendição da Alemanha nazista, na Segunda Guerra Mundial!

As contradições se escondem em todos discursos esquerdistas. Dizem que houve golpe em 1964, mas não dizem no poder por eles tomado na Rússia. Aqui, os comunistas  tentaram tomar o poder, com sequestros, assassinatos, terrorismo assaltos, etc. por isto, foram abatidos alguns culpados, diferentemente do número de assassinatos de inocentes, em 1917!

E com a falsa acusação de estuprador ao Jair Bolsonaro, enquanto Maria do Rosário apoia o verdadeiro malfeitor, ocorre a mesma contradição.

Que a sociedade brasileira tenha aprendido e amadurecido após esta amarga experiência do socialismo no Brasil.

Artigo publicado no portal JusBrasil

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Imagem do blog Vindos dos Pampas

O deputado federal Jair Messias Bolsonaro se defende publicamente, mostrando sua inocência, e ressalta a importância das redes sociais livres, que tornaram possível este amplo apoio a ele.

Diz que se dependesse das outras formas de publicação estaria condenado.

Por isto é importante que você assine petição pública para ajudar o irmão Jair Bolsonaro. Click aqui para assinar.

Deus nos abençoe.

#SomosTodosBolsonaro

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Homenagem à criação do Estado de Israel

Eu recebi este texto, intitulado Jair Bolsonaro e os donos do poder – a questão real, e transcrevo a íntegra aos cristãos brasileiros, pois é muito bom e traz algumas interrogações que nós, pessoas que pensam espiritualmente os fatos, temos as respostas. Após o texto, deixo minha consideração.

O texto

“É evidente que a decisão da 1ª Turma do STF de aceitar denúncia contra o Deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e transformá-lo em réu por suposto crime de “incitação ao estupro” foi uma decisão casuística, dissonante de toda a jurisprudência da Corte e voltada pessoalmente contra o Deputado. Houve um ânimo claro de feri-lo especificamente, de desferir um golpe contra Bolsonaro.

Não é preciso muito esforço para concluir a respeito, mesmo sob ótica estritamente jurídica.

A notícia veiculada no site do STF afirma o seguinte:

O relator, ministro Luiz Fux, entendeu que as declarações do deputado Bolsonaro não têm relação com o exercício do mandato. “O conteúdo não guarda qualquer relação com a função de deputado, portanto não incide a imunidade prevista na Constituição Federal”, disse. Ele acrescentou que, apesar de o Supremo ter entendimento sobre a impossibilidade de responsabilização do parlamentar quanto às palavras proferidas na Câmara dos Deputados, as declarações foram veiculadas também em veículo de imprensa, não incidindo, assim, a imunidade. Observou, ainda, que não importa o fato de o parlamentar estar no gabinete durante a entrevista, uma vez que as declarações se tornaram públicas.

Por que afirmo que não é necessário qualquer esforço para perceber nisto uma decisão casuística e direcionada?

Pelo fato de que, no dia imediatamente anterior (20/06), o STF decidiu um outro processo, uma queixa do Senador Aécio Neves (PSDB-MG) contra a Deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ) e o resultado foi exatamente o oposto. Jandira insinuou em seu Twitter que Aécio era responsável por um helicóptero repleto de drogas que fora apreendido em Afonso Cláudio (ES), em 2013. Em 19 de maio de 2015, ela escreveu: “Aécio, o Brasil precisa saber de um helicóptero repleto de drogas”.

Vejam como o STF decidiu sobre Jandira Feghali, um dia antes de decidir sobre Bolsonaro:

O relator lembrou que a atividade parlamentar não se restringe ao âmbito físico do Congresso Nacional, e que a prática de atos em função do mandato, ainda que fora das Casas Legislativas, está igualmente protegida pela garantia prevista no artigo 53, caput, da Constituição Federal. Ele destacou que o instituto da imunidade parlamentar deve ser interpretado em consonância com a exigência de preservação da independência do congressista. No caso, observou que o comportamento da deputada Jandira mostrou estreita conexão com o desempenho do mandato legislativo.

Em sua decisão, o ministro registrou que o exercício do mandato legitima a invocação dessa prerrogativa jurídica, “destinada a proteger opiniões, palavras e votos do membro do Poder Legislativo, independentemente do lugar em que proferidas as expressões eventualmente ofensivas”. […]

O ministro Celso de Mello destacou, também, que a garantia constitucional protege as entrevistas jornalísticas; a transmissão, para a imprensa, do conteúdo de pronunciamentos ou de relatórios produzidos nas Casas Legislativas; bem assim as declarações veiculadas por intermédio de mass media (meios de comunicação de massa) ou social media (mídias sociais). Isso porque o Supremo tem reafirmado a importância do debate, pela mídia, das questões políticas protagonizadas pelos detentores de mandato, “além de haver corretamente enfatizado a ideia de que as declarações à imprensa constituem o prolongamento natural do exercício das funções parlamentares, desde que se relacionem com estas”.

No caso de Jandira, o parecer da Procuradoria-Geral da República foi pelo arquivamento do caso, com base na imunidade parlamentar. Para Bolsonaro, entretanto, foi a própria PGR que ingressou com a denúncia.

O mesmo STF que absolve Jandira Feghali, que é do PC do B, por insinuar que Aécio Neves teria relação com tráfico de drogas, é o STF que recebe denúncia contra Jair Bolsonaro afirmando que suas palavras não estão protegidas pela imunidade parlamentar.

O mesmo STF que afirma que Jandira Feghali deve ser protegida por suas declarações até quando fala à imprensa é o STF que diz que Jair Bolsonaro não tem direito a esta proteção justamente porque falou à imprensa. Quando um parlamentar fala aos órgãos de mídia, diz a Corte, o faz em “prolongamento natural do exercício do mandato” – só não se o parlamentar foi Jair Bolsonaro, é claro.

Ressalto novamente: existem menos de 24 horas entre as duas decisões. A decisão que absolveu Jandira foi tomada no dia anterior àquela que recebeu denúncia contra Jair Bolsonaro – e os motivos são exatamente os mesmos, só que com sinais invertidos.

Por que os dois pesos e duas medidas do STF?

Porque a decisão é casuística, como disse, e voltada pessoalmente contra Bolsonaro.

CONTRA BOLSONARO, CONTRA A VERDADE DOS FATOS

Há outra razão jurídica para concluirmos facilmente sobre isto.

É que o princípio mais fundamental do Processo Penal é o “princípio da verdade real”, que diz o seguinte: deve ser buscada a verdade dos fatos, aquilo que realmente ocorreu, e não apenas o que parece ter ocorrido; a função punitiva do Estado só deve se voltar contra aquele que realmente cometeu um crime, não contra aquele que parece ter cometido.

Agora, perceba-se o contrassenso: é minimamente razoável que um Deputado conhecido por ser autor de projetos de lei que agravam as penas para estupradores, que propõe até mesmo a castração química do condenado por estupro como condição para progressão do regime, um parlamentar famoso por discursos acalorados contra violadores, contra a impunidade, contra o tratamento manso que se dá aos criminosos – é minimamente razoável que este parlamentar, justo este, tenha resolvido, de repente, incitar o estupro contra alguém?

É minimamente razoável admitir que um Deputado que discutiu com a Sra. Maria do Rosário exatamente porque ela – ela, sim! – estava defendendo um estuprador, o Champinha, enquanto ele condenava veementemente o crime cometido (um fato público, notório, gravado em vídeo e amplamente difundido), tenha, agora, cometido apologia de estupro contra a parlamentar que queria justamente tratamento manso para o estuprador?

A coisa inteira é de um descalabro colossal. Não está de acordo com o princípio da verdade real admitir que Bolsonaro – justo ele! – tenha pretendido incitar o crime de estupro, quando é o principal defensor do endurecimento contra esse crime hoje, em todo o Parlamento – inclusive infinitas vezes mais incisivo contra isso do que a Sra. Maria do Rosário, conhecida por defender os “direitos humanos” dos criminosos, entre os quais o estuprador Champinha, que torturou e estuprou a jovem Liana Bei Friedenbach, reiteradas vezes e por vários dias seguidos, ele e seus comparsas, até assassiná-la com um facão cego, por degola e esfaqueamentos sucessivos.

E justamente a querela originada, deste caso, entre os Deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário, o primeiro condenando Champinha e a segunda, defendendo-lhe, leva a que o STF receba denúncia contra o primeiro por – pasmem! – apologia do estupro!

É o fim do processo penal e a instauração acachapante do casuísmo como técnica de decisão.

SUPREMO PODER, PODER SUPREMO

Há tempos o STF vem agindo assim. Em sua época recente, o Supremo vem se considerando realmente supremo. Quem poderá questioná-lo? Onde? A quem recorrer?

Na falta de um nome melhor, chamo de “síndrome do ídolo constitucional”: já não vige na Suprema Corte a noção de que ela guarda a Constituição. Ao contrário, o Supremo Tribunal acredita que ele próprio é a Constituição, a Gründnorm de Kelsen realizada, isto é, o fundamento último de todo o ordenamento jurídico, pelo qual todas as outras leis e a própria Constituição devem ser obedecidas. A nação, aparenta, não existirá sem o seu poder supremo de tutela a definir, inclusive contra a mesma Constituição, como a realidade jurídica deve ser – numa negação absoluta da realidade fática. O Supremo se fez um ídolo no altar de seu próprio culto e, dos altos píncaros de seu templo, regerá a vida dos homens todos, dos Poderes outros, com mão de ferro, segundo seus desejos, seu arbítrio, seus fetiches.

O grande problema da forma como o Poder Judiciário está instalado no Brasil é que o Supremo, de fato, concentra uma carga altíssima de poder: ele é o Tribunal Constitucional, mas também é a última instância dos demais processos ordinários e, ainda, a primeira instância dos detentores de foro privilegiado. Há uma mistura de competências que não é benéfica e que, como estamos percebendo, invade ferrenha as cabeças dos magistrados. Do Supremo não há a quem recorrer – e eles sabem disso.

Os espanhóis encontraram uma maneira de minimizar isso: o Judiciário na Espanha, de certo modo, se divide em dois. Há um Tribunal Supremo, que decide questões cíveis, penais e administrativas (as questões ordinárias), e um Tribunal Constitucional, fora da estrutura judiciária comum, que decide apenas as questões constitucionais. Um e outro não se misturam. Quando uma questão constitucional é suscitada na justiça ordinária, o processo é levado ao Tribunal Constitucional, por meio de um instrumento chamado “recurso de amparo”, e a Corte Constitucional decide apenas aquela questão específica e nada mais.

Na Espanha existe um sistema de “freios e contrapesos” dentro do próprio Judiciário. Em suma: há como recorrer do Tribunal Supremo e, de outro lado, o Tribunal Constitucional não é a última palavra em todas as questões.

Indo mais além, os espanhóis implementaram outra medida: para evitar concentração de poder no Tribunal Constitucional, seus juízes têm mandato de 9 anos e as designações são distribuídas por vários órgãos – as duas Casas do Congresso, o Governo executivo e o Consejo General del Poder Judicial, do próprio Judiciário. Não há designação exclusiva, como ocorre no Brasil, com nomeação de Ministros apenas pelo Presidente da República.

Já está mais do que na hora de algo assim ser pensado para o nosso país, sob pena de convivermos com um Tribunal Supremo que exercerá, em direito – porque ele diz o que é o direito, afinal – e em verdade, um poder supremo. Os sinais de arbitrariedade do STF já têm sido muitos para serem simplesmente ignorados. Infelizmente, com um Congresso quase que inteiramente sujeito a se tornar réu no mesmo STF (e, agora, até por crime impossível), é difícil que alguma proposta razoável neste sentido caminhe, por ora.

O PODER QUE MANDA PENSAR

Mas voltemos a Bolsonaro.

Dois últimos pontos precisam ser ditos.

Em primeiro lugar, à luz da própria jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e da diferença de tratamento que foi dada a Bolsonaro e a Jandira Feghali, fica evidente que o casuísmo adotado contra o parlamentar do PSC é uma tentativa de igualá-lo aos demais réus do Congresso. Bolsonaro é o único Deputado que, segundo Joaquim Barbosa, não recebeu propina do Mensalão e, nas delações da Lava Jato, é o único parlamentar de seu antigo Partido citado como avesso ao que se praticava no Petrolão.

Da impossibilidade de fazer Bolsonaro réu de crimes que a quase generalidade do Parlamento cometeu, o Supremo foi mais adiante: transformou Bolsonaro em réu de um crime que ele próprio repugna e combate na vida pessoal e no exercício do mandato parlamentar. O que fica claro, portanto, é uma ânsia por, simplesmente, colar na testa do parlamentar a palavra “réu”, ainda que o motivo seja o mais esdrúxulo e desamparado de realismo possível.

Mas há uma segunda observação necessária. É que Bolsonaro é um ponto fora da curva no espectro político brasileiro e, como tal, precisa ser liquidado para que o establishment se mantenha. É o primeiro político que, sem grandes fortunas, sem grandes apoios e sem grandes partidos, mas apenas consigo mesmo, com a própria palavra e a própria postura, tem arregimentado uma legião de apoiadores que se sentem por ele representados.

O fenômeno Jair Bolsonaro é algo que a mídia brasileira e o establishment ainda não compreenderam: pela primeira vez o povo sente um político falar por eles. O STF, que também não está compreendendo isso direito, resolveu mexer nesse vespeiro.

Numa situação dessas, a ação do estamento burocrático sempre será a de absorver o elemento dissonante e fazê-lo parte de si, engrenagem do esquema. Como, ao que parece, isto não foi possível com Bolsonaro, o passo seguinte será o de aniquilar o elemento dissonante e, então, suprimir a voz popular que ecoa pela fresta que ele abriu nos muros do estamento burocrático.

Raymundo Faoro afirma:

Realidade diferente, que com o escol dirigente não se confunde, é o estamento burocrático. Não é este uma camada móvel, que se renova e morre, com as variações sociais. Possui estrutura própria que, embora condicionada pelas forças sociais e econômicas, eleva-se acima da nação, a qual, pobre de recursos, não logra dominá-lo e aniquilá-lo. O ideal das classes que integram a nação é absorver o estamento burocrático, apropriando-o, nacionalizando-o, para diluí-lo na elite. Aquele é uma estratificação aristocrática, com privilégios e posição definida pelo Estado, acima da nação. […]

O estamento burocrático é árbitro da nação, das suas classes, regulando materialmente a economia, funcionando como proprietário da soberania. As demais estratificações sociais, classes ou estamentos, são por ele condicionadas, carecendo de valor simbólico próprio. Aquelas não logram organizar-se impulsionadas pela necessidade telúrica, existem como “simples imitação e prática administrativas”. Um sopro as deslocará, transformando-as em pó, sem que resistam a seu império. (Os Donos do Poder, Rio de Janeiro: Globo, 1956; pp. 261-262).

Fazer de Jair Bolsonaro réu por um crime que ele próprio combate é o sopro que visa transformá-lo em pó mas, também, aniquilar a única possibilidade política, em muitos anos, que se colocou fora do establishment e ao lado do povo – é uma luta pela manutenção da soberania no estamento burocrático, travada agora mesmo, neste instante. O povo não pode ter a soberania em suas mãos, sob pena de o estamento não sobreviver.

Acredito que o Supremo se colocou agora, como nunca antes, em posição frontal contra o povo. A população percebe com clareza a relutância e o zelo do STF por personagens como Lula e Dilma ou por Jandira Feghali, que teve sua imunidade parlamentar garantida, enquanto que, para Bolsonaro, a Corte dispensa um tratamento diferenciado, sob medida, fazendo-lhe réu por uma decisão juridicamente absurda e sem amparo na realidade fática do próprio mandato do parlamentar.

Nisto concluímos: uma vez ciente de que o recebimento da denúncia contra Jair Bolsonaro não tem motivos jurídicos, mas políticos, e de que sua transformação em réu é um movimento de preservação do estamento burocrático contra uma candidatura que se anuncia sob notas realmente populares, o povo deverá exercer o movimento adverso contra o estamento burocrático, isto é, instaurar na realidade dos fatos aquilo que o juridicismo quer negar no mundo dos papéis autuados de Brasília: que Jair Bolsonaro tem apoio popular e que o povo soberano não aceitará que o eco, ainda tímido, de sua voz seja silenciado por um lance de cimento sobre a rachadura aberta no muro do establishment.

Somente a reverberação da realidade de uma forma acachapante, inolvidável e demolidora será capaz de criar o clima que desmonte o mundo paralelo criado por este processo, que derrube o seu castelo de areia e, então, permita uma vitória também nas vias judiciais – caso contrário, sem a pressão da realidade e do povo, o processo seguirá seu curso normal rumo à aniquilação do elemento dissonante, como é o seu único objetivo.

O Deputado Jair Bolsonaro também precisa estar ciente de tudo isso, caso contrário, não responderá da maneira que a situação exige e que o povo precisa, correndo o risco de ser, como todos os outros, absorvido pelo próprio estamento burocrático no momento mesmo em que é por ele aniquilado – e, então, perderá toda a legitimidade que um dia conquistara. É uma via de mão dupla entre o povo e a persona política que o representa.

Esta não é uma luta por um nome, mas contra o estamento burocrático que se apropria do poder e não permite o seu exercício pelo povo. Na situação concreta, contudo, a pessoa tornou-se um símbolo desta luta – e todos precisamos estar bem cônscios disto, especialmente o parlamentar motivo deste texto.”

Minhas considerações

Bem sabemos que todas as pessoas têm o espírito, além da alma e corpo. E o espírito maligno influencia a pessoa que não obedece a Palavra de Deus a fazer sua vontade. E o espírito maligno é anticristo e age, aqui nos últimos dias, conforme diz a Bíblias, “contra tudo o que se chama Deus”, inclusive influenciando pessoas com autoridade, como magistrados e governantes.

A doutrina socialista é anticristã e o Jair Bolsonaro é cristão, o que nos remete a uma leitura espiritual, pois os próprios juristas não compreendem as decisões do STF discordantes em 24 horas.

E criminalizando um inocente, que defende o oposto do crime lhe foi imputado! E vindo do poder que deveria zelar pela Constituição!

O espírito anticristo fará de tudo para implantação do reinado da besta. Os pilares deste governo já estão montados no ambiente jurídico, principalmente na ONU, através dos Direitos Humanos. E foi uma representante dos tais Direitos Humanos que entrou com este pedido contra Bolsonaro, obviamente, influenciada por este espírito!

O entendimento jurídico do Direito, incluindo o STF, está sendo deturpado, haja visto a OAB, que está com miopia jurídica.

Quando Jesus Cristo foi batizado nas águas do Rio Jordão, após o jejum de quarenta dias e noites, foi tentado pelo diabo, e isto se tornou uma regra geral no Novo Testamento. Isto é, quando uma pessoa é batizada sofre tentação dias depois. E Jair Bolsonaro foi batizado nas águas há pouco tempo, o que profeticamente atrairia o espírito maligno para lhe tentar.

Mas ele é um homem chamado por Deus pra lutar contra a implantação do socialismo no Brasil, isto é, contra o espírito anticristo e o reinado da besta.

Por isto esta perseguição contra ele não é apenas porque não se corrompeu com os corruptos, mas porque é homem de Deus! Luz no meio das trevas.

Penso que os irmãos cristãos devem reagir urgentemente!

Não é somente oração e jejum, mas mobilização das igrejas cristãs junto aos deputados federais e senadores, para que o STF volte atrás na sua “insanidade jurídica”, mas para elaborar projeto de lei constitucional que limite ou divida o poder da Suprema Corte, como bem disse o texto acima.

O STF se corrompeu com o socialismo e com o espírito anticristo da ONU e não é mais confiável. Gerou uma insegurança jurídica este descalabro contra Jair Messias Bolsonaro.

Convoco os líderes cristãos para se unir em torno deste propósito, pois se o PT fez isto com Bolsonaro e Eduardo Cunha, vai fazer o restante do seu projeto proposto no seu caderno de teses (citado no post anterior)!

No caderno, o PT propõe fechar as emissoras de TV cristãs, o que configura a perseguição religiosa eminente. E com o STF contaminado com o espírito anticristo, certamente não teremos a quem recorrer!

Vigilância é o único remédio. Vamos reagir, urgentemente!

Denúncia

A jornalista Joyce denunciou neste vídeo acima uma manobra de representantes petralha, que integram os tais direitos humanos, os mesmos que cerceam os direitos dos humanos direitos.

Esta manobra é um golpe escancarado da esquerda, que tem como meta desde o ano passado, cassar o mandato do deputado federal Jair Messias Bolsonaro, que é o único direitista que representa o cristianismo brasileiro e pode tirar o PT anticristo do poder.

Ou seja, não foi por causa de nenhum ato de Bolsonaro, mas por golpe arquitetado do PT desde ano passado!

O Golpe do PT

Veja abaixo o teor da conferência petista, em PDF, que reza isto é tantas outras tramas para se perpetuar no poder:

“PT divulga abertamente em seu site o plano do GOLPE para Dominação Comunista no País.

  • Estatização da Rede Globo e de todas emissoras religiosas.
  • Imunidade aos movimentos como MST e MTST, que poderão agir sem serem presos.
  • Anulação das sentenças do Mensalão.
  • Impeachment dos Ministros do STJ que foram a favor da condenação do  Mensalão.
  • Cancelar todas as privatizações do Brasil, assim como a Bolivia fez no
    passado.
  • Cassação do mandato de Jair Bolsonaro.*
  • Fim do Financiamento Público a qualquer mídia que seja contrária ao
    Partido.
  • Calote da dívida interna e externa.
  • Declaração de que o Brasil é o fiador dos Países comunistas da América.”
    Leia e tire suas próprias conclusões:

http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf

Conclusão

As redes sociais são a única forma de divulgar as manobras e destruir o GOLPE do PT, além de marcar as manifestações de rua para fazer o STF voltar atrás nesta decisão diabólica de cassação do mandato do Bolsonaro.

Maligno porque ele é um homem batizado nas águas do Rio Jordão e o diabo sabe que será o presidente do Brasil, pois foi escolhido por Deus para nos livrar do Foro de São Paulo e do comunismo anticristo.

Ele é nosso irmão cristão, defensor dos valores morais dos nossos pais! Um crente que está sendo perseguido pelo diabo do socialismo anticristo!

Se ele cair, quem será o nosso representante? Não há outro e nenhum dos demais candidatos tem este chamado de Deus!

Vamos para as ruas e nos manifestar nas redes sociais para defender o irmão Bolsonaro!

Não dê ouvidos à imprensa socialistas que fala contra Jair Bolsonaro, pois são usados por Satanás, que quer implantar o caos no Brasil cristão conservador!

Use a hashtag #SomosTodosBolsonaro e envie para seu deputado federal, senador e ao STF. Diga sobre o GOLPE em andamento contra o candidato de direita planejado pelo PT em sua conferência e aceitado pela Corte Suprema.

Divulgue entre os irmãos da igreja, parentes, vizinhos, amigos do trabalho, escola, bairro, etc.

Vamos vencer mais está batalha contra o diabo do PT anticristo!

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O Sonho

Nesta madrugada tive um sonho muito perigoso.
Eu apareci no quintal da casa de um empresário, e fui descendo aos fundos do terreno com cuidado pra não escorregar na lama que tinha. Havia um tipo de edícula lá, com uma mesa na área externa. Debaixo da mesa, havia uma fôrma com massa de bolo esperando crescer, coberta com pano branco.
Saí dali e voltei pelo outro lado do terreno fora da lama. Entrei na sala da casa do empresário, onde havia um policial militar.
Este policial era honesto e estava ali para ajudar, como amigo do empresário.
Eu o estava observando, quando subitamente entrou na sala o empresário, armado e atirou no policial, sem motivo algum aparente e a queima roupa.
Por reflexo, eu puxei a arma da cintura do PM, que estava caindo, e atirei no empresário.
Neste momento, eu vi se levantar detrás de uma mobília a Marina Silva, do partido REDE. Ela estava lá e viu tudo.
O policial caiu no quintal e logo vieram dezenas de viaturas, com policiais apontando armas, buscando respostas, e vieram até para o meu lado.
Eu lhes disse que defendi o policial morto, matando o empresário. Eles entraram na casa e, enquanto eu fiquei no quintal, vi que a Marina estava ali de lado.
E vieram repórteres para entrevista-la. E um outro trouxe uma moldura e colocou na frente do rosto e ombros dela e queria que ela falasse, mas ela não sabia o que dizer. Então, um cachorrinho branco veio ao encontro dela por dentro da moldura, e ela o afagou, olhando para a câmera.

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A interpretação

Eu acordei com o olhar da Marina Silva, aquele mesmo olhar repugnante que ela fez sobre o caixão do finado ex-governador Eduardo Campos, quando ela sorriu sem nenhum respeito pelo momento.

E fui orar.

Eu entendi que a lama no quintal da casa do empresário é a corrupção;
O quintal e a edícula é um lugar que o empresário acha que é particular, porém pode ser público, pois não havia muros e a área era grande;
O bolo descansando para crescer, debaixo da mesa e sob o pano branco, é dinheiro ilícito recebendo aparência de legalidade, lavagem de verba pública;
O policial bom na casa do empresário pode ser a operação lava jato investigando a vida particular dos empreendedores que estão envolvidos em alguma corrupção;
O empresário vindo subitamente matar o policial na sala mostra que a investigação chegou muito perto do bolo, e ele se sentiu assustado, não mediu as consequências e estava disposto a tudo;
Matar no caso de sonho tem vários sentidos, mas aqui, pode ser morte física mesmo ou morte de reputação.

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Conclusão

No recente episódio de Eduardo Campos, Marina Silva se beneficiou com detalhes muito estranhos:
o acidente aéreo suspeito;
o fato dela estar como vice na chapa dele, exatamente naquele momento;
ela ser dissidente do PT  (mesmo o seu marido sendo secretário do governo do PT no Acre! );
O registro do partido REDE não saiu a tempo da campanha;
etc.

Sem polêmica, mas apenas com fatos, a radiografia daquela campanha presidencial foi muito estranha.

Seria cômico não fosse trágico.

O sorriso dela sobre o caixão do ex-governador do Estado, candidato à Presidência da República recém morto numa tragédia incógnita e na frente da família dele foi um absurdo!

O marido de Marina Silva foi aquele que desmatou milhões de árvores nativas na Amazônia e ela criou um partido que se diz ecológico e de sustentabilidade.

Pois bem, no sonho ficou bem claro que ela não estava ali por acaso, conhecia o empresário, pois estava na casa dele.

O imbróglio deixou ela ilesa e a imprensa veio entrevista-la ainda. E o cachorrinho branco que  veio representar a ecologia apareceu do nada na moldura, ela não estava com ele e nem tinha respostas para a imprensa.

Agora, o que mais me indignou e me fez despertar, foi aquele sorriso sonso dela! Aquele do velório. E mesmo o cachorrinho ficando do lado dela, de longe não consegui associar à propaganda de ração para pets.

Não sei se significa outra tragédia, mas certamente há uma trama de gente poderosa pra colocar Marina Silva na presidência da República!

Não sei se são os mesmos que articularam a saída dela do PT, como muitos deputados e senadores até hoje estão saindo, mas tudo foi meticulosamente pensado para ela ser a próxima Dilma Rousseff! Ou até o Lula de saia.

O que fico chateado é que o policial morto era bom e perdemos uma grande oportunidade de passar o Brasil a limpo.

Deus salve esta nação!

E se Ele revelou este sonho é porque quer nos livrar desta maldição.  Compartilhe urgente com os seus irmãos da igreja, vizinhos, amigos no trabalho, escola e bairro.

Apoie o juiz Sérgio Moro e a operação lava jato! Fale com o deputado federal que você elegeu para apoiar também.

E ore.

Abraço.

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Ontem, a prefeitura de São Paulo iniciou as obras de manutenção do imóvel da Faculdade Federal de Itaquera, somente após denúncia deste blog (veja aqui).

Depois de ir tirar fotos para aquela reportagem, no dia seguinte retiraram a placa do alambrado! Foi uma atitude muito suspeita.

Hoje, quando fui fotografar o local novamente, conversei com um homem, que preferiu não se identificar, pois é vigilante segurança de outra empresa, porém aceitou falar comigo. Ele conheceu o prédio antes do abandono e voltou lá recentemente para ver como estava.

Disse que roubaram todas as portas de vidro e esquadrias de alumínio, janelas caríssimas que tinha nos galpões. O imóvel ficou sem quase nada (sic)!, disse ele.

Agora, isso foi dinheiro público! O contribuinte quer saber onde foi esta mobília! Requer uma auditoria e punição dos responsáveis, não apenas daquele  orçamento previsto na placa removida, mas também dos pertences que são patrimônios do erário público!

Fiquei sabendo que durante a abertura da Copa de 2014, em Itaquera, os militares do Exército ficaram acampados no imóvel, com caminhões verde oliva. Portanto, para efeito de investigação do Ministério Público, fica a dica para verificar com os militares se na oportunidade ainda haviam as esquadrias de portas e janelas de vidro ou se já tinham sido roubadas!

Do outro lado, fico revoltado com a oposição do governo, que jamais foi ferrenha, e nestes 16 anos de assalto dos  petistas aos cofres públicos e às riquezas da nação, não convocou e liderou o povo vitimado contra os salteadores.

Neste caso da Faculdade de Itaquera, precisou de nós, cidadãos contribuintes, fiscalizar e cobrar para que houvesse mudança, 6 anos depois!

E o PSDB, onde está? Por que não foi oposição ferrenha até hoje?

Aliás, os pseudos estudantes que acamparam nas escolas públicas estaduais, não protestaram quando os professores marxistas ficaram em greve por noventa dias ano passado!

E por que estes tais estudantes nunca se manifestaram contra Dilma Rousseff e a senadora Marta Suplicy, que se elegeram com os votos da região carente prometendo uma Faculdade Federal?

E o prédio já estava construído! Bastava o governo ser governo de verdade, fora do marketing “Pátria Educadora”, para funcionar a Faculdade de Itaquera!

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Não teve UBES, UPES, UJS ou UNE, que são socialistas ou comunistas, para protestar pelos carentes da região, ou pelos eleitores lesados, ou pelos estudantes sem vagas!

Por que? Porque os protestos são ideológicos e querem derrubar apenas o governador Geraldo Alckmin, PSDB. Não são manifestações para melhorar o ensino ou em favor do povo carente da zona leste da cidade de São Paulo!

Portanto, rogo aos estudantes cristãos, que acamparam nas escolas públicas, que abandonem estas manifestações, pois são ideológicas e seletivas. Os alunos estão sendo manipulados pelos comunistas, tanto de agremiações estudantis quanto de professores da APEOESP.

E o pior é que a IMPRENSA não fala nada disto! Porque tem medo do PT!

Há 6 anos o imóvel está aguardando os alunos do Brasil inteiro! Não precisava construir outro! Esta incompetência na gestão, descaso com a verba pública investida no galpão e o desrespeito com o eleitor é inerente ao PT, que cospe no Brasil!

Até um senador socialista, Cristovam Buarque, ridicularizou o marketing do PT, dizendo “O impeachment é tão golpe quanto o Brasil é uma Pátria Educadora”!

O slogan “Pátria Educadora” é uma falácia! A Prefeitura de São Paulo, que é do PT, teve 4 anos para auxiliar na administração da Faculdade Federal de Itaquera e não o fez!

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Eu não tenho dúvida nenhuma que se trata de estelionato eleitoral coletivo de Dilma Rousseff e Marta Suplicy, que se elegeram com a promessa da Faculdade Federal, e não cumpriram!

A oposição foi omissa. Os ditos movimentos estudantis são ideológicos e seletivos e não cobraram da Presidente da República e do Prefeito de São Paulo!

Vamos ver o que Fernando Haddad fará neste ano eleitoral. Se terá coragem de pedir votos na região carente de Itaquera!

E os padres católicos que estavam no palanque em 2010, pedindo votos? Ah, eles sumiram! Não cobram nada e são comunistas debaixo da batina, anticristos travestidos de piedade, reservados para o juízo vindouro.

Disto também não tenho dúvida!

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